“Na minha primeira entrevista no Radical, eu chorei de nervoso na frente de um completo estranho. Conhecia meus limites, minhas dificuldades e ali estava um velhinho dizendo para mim que teria que fazer algo muito maior do que eu para ter uma chance de conquistar o meu objetivo. O que aprendi, ao longo do meu tempo no Radical é que conhecer seus limites não é sinônimo de aceitá-los, e que se observadas pela ótica certa, tarefas gigantescas e intimidadoras se tornam conquistáveis. Não deixo aqui a ilusão de que essa transformação vem fácil, mas o Radical é o melhor ambiente para que isso aconteça, e rapidamente se tornou um segundo lar para mim, pois tanto nos professores e monitores quanto nos meus próprios colegas sentia um apoio sem julgamentos, uma preocupação que ultrapassa obrigações contratuais. É definitivamente o fator humano, bastante ignorado no sistema de ensino mundial, que torna esse curso importante. Entende-se lá que educação vai muito além de matéria, e é por isso que estas se tornam tão facilmente aprendidas. Mais do que alunos, somos vistos como pessoas. E como consequência disso, melhoramos não só academicamente. Em mim, uma das menores consequências disso foi entrar no Pedro II.”

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